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30 Março, 2020

 

Oftalmologia Veterinária

 

A Oftalmologia Veterinária tem como principal objetivo a preservação da visão, controlo da dor ocular, e o tratamento de qualquer patologia ocular de cães, gatos e outros pequenos animais de companhia.

Quando diagnosticadas e tratadas precomente, a maioria das patologias oculares, podem ser tratadas ou controladas atempadamente e com sucesso, mas um atraso na sua identificação pode, nos casos mais graves, conduzir a uma perda da visão.

A Oftalmologia Veterinária tem como principal objetivo a preservação da visão, controlo da dor ocular, e o tratamento de qualquer patologia ocular de cães, gatos e outros pequenos animais de companhia.

Quando diagnosticadas e tratadas precomente, a maioria das patologias oculares, podem ser tratadas ou controladas atempadamente e com sucesso, mas um atraso na sua identificação pode, nos casos mais graves, conduzir a uma perda da visão.

Para o conseguir, contamos com formação na área da Oftalmologia Veterinária e a estreita colaboração com especialistas diplomados, bem como equipamento especializado para diagnóstico e tratamento.

Dispomos de equipamentos para o diagnóstico e tratamento das mais frequentes doenças oculares, destacando-se a medição da pressão intra-ocular (TONOVET) para diagnóstico de glaucoma, exame do fundo do olho (oftalmoscopia direta/Panoptic), diagnóstico e avaliação de cataratas (Slit Lamp/Lâmpada de Fenda), uveítes, tumores oculares, etc.

 

 

 

 

 

 

 

 

Utilização do equipamento Tonovet para medição da Pressão Intra-ocular, e diagnóstico de Glaucoma

A córnea

A córnea cobre a parte frontal do olho. É transparente em condições normais, para permitir a passagem de luz para dentro do olho.

As pálpebras protegem a córnea contra traumas, e ajudam a espalhar as lágrimas sobre a mesma. As lágrimas são muito importantes para a saúde da córnea.

A camada mais exterior da córnea chama-se epitélio, e pode ser considerada a “pele do olho”. Quando falta o epitélio, aparece uma úlcera da córnea.

 

 

 

As úlceras da córnea

As úlceras da córnea aparecem frequentemente em animais, e causam bastante desconforto e dor, fazendo com que os nossos animais se

apresentem frequentemente com o olho mais fechado e com muitas lágrimas.

Há várias causas para o aparecimento destas úlceras, mas a maioria resultam de algum tipo de trauma, ex: arranhões durante os passeios, picos, brincadeiras ou arranhões com outros animais.

Diagnóstico de vários casos de úlceras da córnea superficiais, através da utilização do coloração com fluoresceína

 

 

 

Outras causas de úlceras são, olho seco, defeitos na forma das pálpebras (entropion, cílios ectópicos), ou até doenças primárias da córnea, como o defeito espontâneo do epitélio corneal (SCEED).

Em gatos o herpes vírus felino está frequentemente associado a úlceras.

rnea chama-se epitélio, e pode ser considerada a “pele do olho”. Quando falta o epitélio, aparece uma úlcera da córnea.

 

 

 

 

Tratamento das úlceras

 A maioria das úlceras cicatriza sem complicações em cerca de uma semana, com tratamento adequado, desde que a causa não se mantenha.

Em alguns casos, infelizmente, o tratamento médico não é suficiente para a cicatrização. São exemplos, úlceras secundárias a defeitos anatómicos das pálpebras, presença de corpo estranho, no interior das pálpebras, SCCED e úlceras complicadas por contaminação bacteriana (melting ulcers).

Nestes casos, a correção do defeito palpebral é necessário para a cicatrização da úlcera.

Nos casos de corpos estranhos, a remoção cirúrgica dos mesmos, é imprescindível para a resolução da úlcera.

Os casos de SCCED, acontecem frequentemente em cães com mais idade. São secundários a uma córnea anormal que impede a cicatrização correcta da úlcera. Os animais que sofrem com este tipo de úlcera apresentam úlceras recorrentes, que não cicatrizam.

Nestes casos, é necessário um desbridamento da superfície da córnea, sob anestesia tópica e sedação ligeira, para que aconteça a cicatrização. Em casos raros, poderá ser necessário a remoção cirúrgica da área afectada, sob anestesia geral.

As “melting ulcers”, caracterizam-se pela presença de uma infecção instalada na úlcera. A falta de epitélio, permite o contacto de bactérias com a córnea não protegida. Algumas bactérias podem complicar a úlcera, aprofundando-as, e podendo mesmo causar ruptura do globo ocular. Estas úlceras têm um desenvolvimento muito rápido, e são verdadeiras emergências.

 

Queratoconjuntivite Seca (Olho Seco)

Esta doença é secundária a uma diminuição na quantidade da produção da lágrima.

As lágrimas são muito importantes para a saúde ocular e para o normal funcionamento do olho. As lágrimas lubrificam, fornecem oxigénio, nutrição e protecção imunitária ao olho.

 

A córnea é a parte do olho que mais frequentemente é afectada. A falta de lágrima pode causar desconforto, e levar ao aparecimento de úlceras, se não for controlada ou tratada.

A baixa produção de lágrima é a forma mais comum de olho seco. Pode ser congénita, desde a nascença, ou adquirida, quando aparece na idade adulta.

A forma adquirida é a mais comum e é normalmente de origem imuno-mediada. Algumas raças de cães são predispostas.

A quantidade de lágrima é medida usando o Teste de Schirmer, que consiste na colocação de uma pequena tira de papel, graduada, no interior da pálpebra inferior. O resultado normal da produção lacrimal, em cães, é de 15-25mm/min.

O tratamento desta “doença do olho seco” é, normalmente, à base de lubrificantes e medicamentos estimuladores da produção da lágrima. Estes são tratamentos continuados para toda a vida do animal.

Algumas complicações, tais como úlceras de córnea secundárias e infecções recorrentes, podem requerer tratamento antibiótico.

A “doença do olho seco” é uma doença bastante comum no cão, mas é na maioria dos casos, frequentemente controlável, permitindo ao animal ter olhos saudáveis, visuais e livres de dor. No entanto, se tiver alguma preocupação acerca da saúde dos olhos do seu animal, não hesite em contactar-nos.

 

 

Atrofia Progressiva da Retina (PRA)

 

A retina é a estrutura que se encontra dentro do olho e que cobre a superfície interna mais posterior do globo ocular.

A retina é muito importante para a visão, tal como o rolo fotográfico ou o cartão de memória, são para uma máquina fotográfica.

Sem uma retina saudável e funcional, não è possível ver.

Existem várias doenças que podem afectar a retina, e a PRA é uma delas.

A Atrofia Progressiva da Retina é uma doença hereditária que afecta várias raças, o que significa que os progenitores de qualquer cão, têm de ser portadores do gene “defeituoso” ou terem eles mesmo a doença, para que esta se transmita à descendência. Os

animais afectados, não devem ser usados como reprodutores.

Retina fisológica ou normal, de um cão

 

Qual é o prognóstico para o meu cão?

A PRA é uma doença progressiva. É provável que a dificuldade visual vá progredindo. Se o seu animal apenas tem dificuldade visual ao entardecer ou à noite, é provável que progredia para dificuldades em ver, também durante o dia. Podem desenvolver-se cataratas secundárias à PRA, e neste caso, ele não será um bom candidato à cirurgia de cataratas.

 

Há algum tratamento?

Existe actualmente um grande número de investigações em curso, para tentar ajudar, quer animais quer humanos com PRA, mas infelizmente não há ainda tratamento efectivo para a PRA. Vários suplementos alimentares estão disponíveis, quer em lojas quer online, no entanto, não há estudos que provem uma verdadeira eficácia.

Lamentamos que o seu cão tenha sido diagnosticado com esta doença, e compreendemos o choque que seja para toda a família. No entanto, e apesar de ser necessário um período de adaptação, os animais lidam bastante bem com a situação e continuarão a aproveitar a vida, desde que não estejam com qualquer tipo de desconforto.

Há vários websites e fóruns de discussão online, onde donos partilham experiências com os seus animais cegos, e como se adaptaram com a transição da perda de visão.

 

Glaucoma

O glaucoma é uma doença dolorosa e que poderá levar à perda de visão, provocada pelo aumento da pressão dentro do olho (designada pressão intra-ocular, IOP).

O aumento da pressão causa danos no nervo óptico, que é responsável pela transmissão entre o olho e o cérebro. Se for tratado precocemente, a perda de visão pode ser prevenida ou revertida, com tratamento que mantém a  IOP baixa e controlada. Se identificado tardiamente, a cegueira pode ser permanente.

Os sintomas do glaucoma são, olho com aparência enevoada, de cor azulada, a parte branca do olho congestionada(vermelha), pupila dilatada que não fecha nem com estímulo luminoso, sinais de dor (animal dorme mais, olho doloroso e com lágrima permanentemente, e olho fechado), por vezes com o olho fechado e a cabeça de lado, e por último cegueira súbita.

 

Causas de glaucoma

O Glaucoma pode ser primário (hereditário) ou secundário a outras doenças do olho.

Em cães, quer o glaucoma primário ou secundário são comuns. Em gatos, o glaucoma secundário a inflamação (uveíte), são de longe a causa mais comum de glaucoma.

O glaucoma secundário, ou não hereditário, pode ser secundário a inflamação, cataratas, cirurgia intra-ocular, luxação da lente, descolamento da retina e tumores oculares.

 

Diagnóstico de glaucoma

Há vários testes que se realizam para o diagnóstico do glaucoma; testes visuais, medição da pressão intra-ocular, exame detalhado do interior do olho e gonioscopia (teste que usa um tipo de lente que permite avaliar o interior do olho e se o glaucoma é primário de ângulo fechado).

 

Glaucoma primário/hereditário

Em cães com glaucoma primário (especialmente o glaucoma de ângulo fechado), é importante que qualquer animal com olho vermelho, olho enevoado ou olho cego, aimda que transitoriamente, seja avaliado pelo veterinário, para medição da pressão intra-ocular, uma vez que qualquer atraso, no diagnóstico e tratamento do glaucoma, aumenta o risco de cegueira permanente.

 

As raças predispostas para glaucoma primário de ângulo fechado, são:

. Cocker Spaniel

. Basset Hound

. Border Collie

. English Springer Spaniel

. Flatcoated Retriever

. Golden Retriever

. Great Dane

. Vizla Húngaro

. Shiba Inu

. Husky

. Welsh Terrier

 

É importante relembrar, que apesar de estas raças tenham um risco acrescido de desenvolver glaucoma, é muito provável que alguns ou até muitos destes animais, nunca venham a desenvolver. A recomendação para  estes casos, é de que façam exames oculares, para medição da pressão intra-ocular.

 

As raças predispostas ao glaucoma hereditário de ângulo aberto, são:

. Basset Hound

. Petit Basset Griffin Vendeen

. Shar Pei

 

 

Tratamento do glaucoma

 

O tratamento pode ser médico(com gotas anti-glaucoma) ou cirúrgico (através da colocação de uma válvula ou através de laser), sendo que a decisão depende sempre do indivíduo, sendo esta decisão, sempre explicada ao proprietário.

Em alguns casos, o tratamento foi tardio ou não resulta, e o olho fica permanentemente cego ou doloroso.

Nestes casos, a remoção cirúrgica do olho (enucleação) é aconselhada.

 

E se o meu animal ficar cego?

Lidar com um animal cego pode parecer assustador, especialmente na fase inicial, a seguir ao diagnóstico, no entanto, a maioria dos cães e gatos adapta-se surpreendentemente bem à vida sem a visão.

Exitem inúmeros sites na internet, com conselhos sobre como lidar com animais cegos, dos quais assinalamos alguns:

www.blinddogsupport.com

www.blinddogs.net

www.bdruk.org/caring

 

Aplicação de medicação ocular

Aplicação de gotas nos olhos

Antes da aplicação de qualquer medicação ocular, limpe qualquer excesso de sujidade com uma compressa molhada ou algo parecido.

Geralmente, apenas uma gota será suficiente. Se por descuido aplicar mais gotas, não há problema.

Leia ou recorde as instruções dadas pelo veterinário, uma vez que algumas gotas poderão ter de ser guardadas no frigorífico, e em outras poderá ser necessário agitar ou aquecer antes de aplicar.

Ter ajuda de outra pessoa para segurar o corpo e cabeça do animal, torna esta tarefa sempre mais fácil.

A maneira mais segura para aplicar as gotas, é usar as duas mãos. Uma mão segura no queixo do animal, elevando ligeiramente o nariz e a cabeça. A outra mão, apoiada na cabeça do animal, segura a embalagem em direção ao olho, apertando suavemente de seguida.

A gota vai formar-se na ponta da embalagem, e deve ser cuidadosamente aplicada na superfície do olho.

Durante alguns segundos, deve manter o olho aberto, e o nariz direccionado para cima.

Evite tocar no olho com a embalagem, uma vez que isto pode lesionar a córnea.

Se não tiver a certeza de que a gota caiu na superfície ocular, pode aplicar novamente.

 

Aplicação de cremes/gel/pomadas oculares

Siga os passos anteriormente descritos para aplicação das gotas.

Na altura da aplicação, espremer cuidadosamente o tubo, de modo a que saia apenas um pouco, e que apenas a pomada contacte com a superfície do olho e não o tubo.

Pode elevar ligeiramente a pálpebra de modo a expor a esclera (a parte branca do olho), onde é mais seguro tocar com a ponta do embalagem.

Após a aplicação, massaje suavemente o olho, para espalhar a pomada sobre a superfície do olho.

 

Algumas dicas úteis

O seu animal poderá colaborar melhor se o colocar num local a que não esteja habituado, como por exemplo em cima de uma mesa ou cadeira.

Dar biscoitos ao mesmo tempo que aplica as medicações, ou antes de o levar a passear ou de o alimentar, poderá facilitar esta tarefa.

 

Cataratas

As cataratas são uma das causas mais comuns da perda de visão em cães e frequentemente levam a cegueira.

Num olho normal a luz passa através da córnea e da lente (cristalino) até alcançar a retina, na parte de trás, interna, do olho. Em condições normais, a lente é um disco transparente que se localiza por detrás da iris (a estrutura colorida do olho).

Uma lente saudável permite a entrada de luz no olho e a lente foca a luz/imagem na retina, produzindo uma imagem 

nítida.

A catarata aparece quando a lente se torna opaca, interferindo com a passagem da luz. A catarata pode ser uma pequena opacidade que pouco interfere com a visão, ou muito mais severa, levando a perda de visão.

 

O que causa as cataratas?

A maioria das cataratas em cães são resultado de um defeito genético ou hereditário. Muitas raças de cães são predispostas a cataratas hereditárias, que podem desenvolver-se à nascença, ou desenvolver-se mais tarde em cães jovens ou de meia idade. Os animais com cataratas hereditárias não devem ser usados para reprodução.

Outra causa de cataratas são os diabetes, a idade avançada, trauma ou doença da retina.

Dependendo da causa, as cataratas podem ou não progredir para a cegueira. O grau de progressão é previsível e pode ser determinado através de uma exame detalhado. As cataratas diabéticas são de progressão muito rápida.

 

 

Qual o tratamento das cataratas

O único tratamento efectivo para cataratas é a cirurgia, que é realizada sob anestesia geral. A cirurgia de cataratas é normalmente realizada através de uma técnica chamada faco-emulsificação ( a mesma usada nos humanos), que usa um equipamento especial para fragmentar e remover o material no interior da lente. O objectivo da cirurgia é a remoção da opacidade e a colocação de uma lente intra-ocular artificial (IOL), na cápsula da lente. A maioria dos olhos, mas não todos, pode ter a colocação de uma IOL, que ajudará o olho a focar a luz na retina. Caso não seja possível a colocação da lente, o animal não terá visão ao longe, mas será capaz de ver.

Todos os pacientes operados às cataratas, necessitarão de medicação diária com gotas oculares, para o resto da vida, de maneira a preservar a saúde ocular.

A cirurgia é recomendada, em ambos os olhos, se ambos tiverem cataratas, de maneira a que o paciente só necessite de uma cirurgia, e de um período pós-cirúrgico.

 

“Cherry eye” ou Prolapso da glândula da terceira pálpebra

“Cherry eye” é o termo comum para o nome desta patologia que afecta a glândula da terceira pálpebra.

Muitos mamíferos, incluindo os cães, têm uma pálpebra extra (terceira), localizada dentro da pálpebra inferior, também chamada de membrana nictitante. Esta pálpebra serve como uma proteção adicional para o olho, especialmente durante lutas ou caçadas.

A terceira pálpebra contém uma glândula, que produz uma quantidade significativa de lágrima. Quando esta glândula prolapsa, ou “salta“ para fora do olho, o problema designa-se por “cherry eye”.

Este prolapso aparece como uma massa vermelha inflamada, acima da pálpebra inferior, junto ao nariz. Pode ter um tamanho maior e cobrir uma porção significativa do globo ocular ou pode aparecer apenas esporadicamente. Em qualquer dos casos, deve consultar um veterinário.

 

O aparecimento deste problema deve-se a um enfraquecimento das fibras que seguram esta glândula no interior da pálpebra, permitindo 

assim a exteriorização da mesma. Os Bulldogs Ingleses e bulldogs franceses, são exemplos de raças em que este problema é bastante comum, assim como os Boston terrier, Lhasa Apsos, Shih Tzus, beagles e cocker spaniels.

O tratamento envolve a recolocação cirúrgica da glândula.

É muito importante o tratamento, o mais rápido possível, de modo a minimizar o dano permanente do olho e da glândula. Esta glândula é responsável por cerca de 50% da produção da porção aquosa da lágrima. Sem a produção de lágrima adequada, muito provavelmente, o animal irá desenvolver “ doença do olho seco”, já descrita anteriormente, que pode levar à perda da visão.

 

Na maioria dos casos, a glândula retorna à função normal após algumas semanas após a cirurgia.

Em alguns casos, pode ocorrer um re-prolapso da glândula e ser necessária uma cirurgia adicional.

Muitos animais que tiveram o prolapso num olho, podem eventualmente desenvolver prolapso no outro olho.

A recolocação cirúrgica da glândula, é sempre, o tratamento de eleição, devido ao risco de desenvolver “olho seco”, caso a glândula seja removida cirurgicamente.

Em casos crónicos, e em que a glândula já não produz, ou produz muito pouca lágrima, a remoção cirúrgica da glândula, pode ser a única solução.

 

Casos Clínicos

 

Atrofia da iris

 

Uveíte induzida por Toxoplasma, em gato

 

Uveíte induzida por Toxoplasma, em gato

 

Úlcera profunda (melting) e consequente perfuração da córnea, com prolapso da íris – parte 1

 

(continuação do caso anterior)

Resolução da úlcera e consequente perfuração ocular, após 1 mês.

 

Resolução cirúrgica de tumor palpebral

 

Resolução cirúrgica de entropion da pálpebra infeiror num gato Persa

 

No entropion ocorre uma rotação interna do bordo palpebral, o que causa contacto dos pelos da pálpebra com a superfície do olho e levar ao aparecimento de úlceras.

 

INFECÇÃO DO DUCTO/CANAL LACRIMAL (DACRIOCISTITE)

QUISTO DE IRIS

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